09/09/2023
Esse encontro promete muitas reflexões...
Paulo Galo , da quebrada do Campo Limpo, começou a ler (Negras Raízes: A Saga de uma Família Americana, seguido por
Malcolm X) para escrever RAP.
É líder do movimento social de trabalhadores de aplicativos, Entregadores Antifascistas, que busca o ganho da consciência de classe entre os entregadores, grupo responsável por articular o Breque dos Apps em julho de 2020 e também é um dos integrantes do coletivo Revolução Periférica, responsável pelo incêndio da Estátua de Borba Gato em julho de 2021.
Chell , nasceu num cortiço em Salto, e voltou a estudar na adolescência para se expressar melhor, também escreve RAP. Organizou o Hip Hop Literário: sobre os Racionais MC's e Carolina de Jesus. Foi serralheiro por 20 anos. É historiador e ativista do Movimento Hip Hop em Salto, faz parte do EPA (Educação Popular em Ação) para jovens em fase pré vestibular. Fundador do coletivo Família Pátria Nossah e idealizador do "Sarau Pátria Nossah".
Contribuiu na criação da "Lei da Semana do Hip Hop Salto" e é pesquisador independente do Acervo de Memórias do Clube José do Patrocínio. Responsável pelo projeto "Biografias Afro-Saltenses", espaço de Memória da População Negra Saltense. Atualmente é assessor parlamentar de um vereador saltense e faz parte de um mandato compartilhado.
A mesa de conversa terá o tema "Invisibilizados: oportunidades negadas e possíveis", sobre quais oportunidades foram negadas durante a vida por suas origens e quais ações públicas fariam diferença para possibilitar uma vida mais digna. Essas ações públicas são direitos constitucionais? Como requerer? Isso é possível no capitalismo? A melhor maneira é estando dentro ou fora da política?